Cisco Meraki MS250 — Switch Datasheet
Datasheet técnico de Cisco Meraki MS250 (Switch). Inclui especificações, capacidades técnicas e informações extraídas do documento oficial.
Overview
A série Cisco Meraki MS250 é composta por switches de acesso com gestão em nuvem, indicados para implantação em filiais e campi de pequeno porte. A administração é realizada pelo Cisco Meraki Dashboard, com operação centralizada, provisionamento inicial simplificado, visibilidade remota e aplicação de configurações pela plataforma.
A linha inclui cinco modelos com diferentes densidades de portas, todos com uplinks 10G SFP+ e suporte a empilhamento por portas dedicadas. A série também suporta fontes de alimentação redundantes substituíveis em campo, com foco em continuidade operacional em redes críticas.
Os modelos da série oferecem portas RJ45 10/100/1000 Mb/s, interface de gerenciamento dedicada, recursos de comutação em Camada 3 e opções com alimentação PoE+ para dispositivos conectados. A capacidade máxima de PoE+ informada para a linha é de 740 W, dependendo do modelo.
- Gestão centralizada pelo Cisco Meraki Dashboard
- Captura remota de pacotes via Dashboard
- Atualizações automáticas de firmware
- Integração com SNMP e Syslog
- Suporte a ACL IPv4 e IPv6
- Marcação de VLAN IEEE 802.1Q
- Autenticação IEEE 802.1X
- Inspeção dinâmica de ARP e DHCP Snooping
- Controle de tempestade de broadcast
- Comutação em Camada 3, incluindo OSPF
- Suporte a warm spare
- 2 portas dedicadas de empilhamento com 80 Gb/s de largura de banda de stack
- 4 portas 1000/10000 Mb/s SFP+ em cada modelo
- Modelos com PoE+ disponíveis
- Fontes de alimentação redundantes e substituíveis em campo
Quando escolher
Regras objetivas
- Se precisa uplinks modulares → considere modelos desta família com uplink modular (quando aplicável) e filtre por “uplink modular”. (Confirme no datasheet do modelo.)
- Se precisa switch compacto fora do rack / espaço limitado → filtre por modelos “compact”, “desktop” ou linhas equivalentes (ex.: sufixo “CX”, quando existir). (Confirme dimensões e kit de montagem.)
- Se precisa maior densidade PoE → filtre por 48P/24P + orçamento de potência (W) e padrão PoE (ex.: 802.3at/802.3bt), além do limite por porta.
- Se precisa mGig para Wi-Fi 6/6E → filtre por “mGig/MultiGig/2.5G/5G” e valide PoE adequado para AP (quando necessário). (Confirme velocidade por porta.)
- Se precisa uplinks 10G/25G/40G → filtre por tipo de uplink (SFP+/SFP28/QSFP) e quantidade de portas de uplink. (Evite assumir: valide no datasheet do modelo.)
- Se precisa L3 (roteamento) vs. L2 → filtre por “Layer 3”, “static routing” ou recursos de roteamento e confirme limites (rotas, VRFs, etc.).
Cenários comuns
- Escritório (acesso cabeado + Wi-Fi): Foco em portas 1G, PoE para APs/telefones e uplinks adequados ao backbone. (Filtrar por: 24P/48P, PoE/PoE+, orçamento W, uplink SFP/SFP+.)
- Filial com poucos armários e espaço limitado: Prioriza formato compacto/desktop, baixo ruído/consumo e montagem flexível. (Filtrar por: “compact/desktop”, profundidade reduzida, fanless (se houver).)
- Implantação com APs Wi-Fi 6/6E de alta demanda: Exige mGig (2.5G/5G) e PoE compatível com o consumo dos APs. (Filtrar por: mGig/MultiGig/2.5G/5G, PoE (802.3at/802.3bt), orçamento W.)
- Voz/UC com muitos telefones IP: Precisa PoE estável, QoS e segmentação (VLAN de voz). (Filtrar por: PoE, QoS, VLAN, LLDP-MED (se aplicável).)
- Agregação/Backbone pequeno: Mais uplinks e throughput; menos foco em PoE e mais em portas de alta velocidade. (Filtrar por: 10G/25G uplinks (SFP+/SFP28), capacidade de switching.)
Modelos disponíveis
Modelos e variantes disponíveis da família MS250 (Cisco Meraki), agrupados por cenário de implantação e posicionamento técnico no segmento de switch. Cada modelo representa uma entidade de produto com identidade canônica própria, relacionada semanticamente à família MS250 e acessível via link para a respectiva página de produto.
| SKU |
Modelo |
Descrição curta |
| 4028101 |
MS250-24P |
Switch Cisco Meraki MS250-24P | 24 portas PoE RJ45 de dados | Sem portas uplink | Layer 3 | Empilhamento ate 8 switches | Licenciamento Cisco Meraki - Consultar |
| 4028102 |
MS250-48FP |
Switch Cisco Meraki MS250-48FP | 48 portas de dados | Sem portas uplink | Layer 3 | Empilhamento ate 8 switches | Licenciamento Cisco Meraki - Consultar |
| 4029343 |
MS250-48FP |
Switch Cisco Meraki MS250-48FP | 48 portas de dados | Sem portas uplink | Layer 3 | Empilhamento ate 8 switches | Licenciamento Cisco Meraki - Consultar |
Resumo técnico da família
Principais features
- Switches de acesso com gerenciamento centralizado pelo Cisco Meraki Dashboard.
- Suporte a empilhamento por portas dedicadas.
- Uplinks SFP+ de 10 GbE presentes em todos os equipamentos da família.
- Suporte a fontes de alimentação redundantes e substituíveis em campo.
- Recursos operacionais incluem captura remota de pacotes, atualização automática de firmware e integração com SNMP e syslog.
- Aplicável a implantações em filiais e pequenos campi.
Capacidades
| Specification |
Value |
| Switching | Comutação Layer 2 com suporte a VLAN 802.1Q, uplinks 10GbE SFP+, empilhamento por hardware e controle de broadcast storm. |
| Routing | Suporte a switching Layer 3, incluindo OSPF. |
| PoE | Há variantes da família com suporte a PoE+ para alimentação de dispositivos; a disponibilidade e a potência variam conforme a variante. |
| Wireless | Não se aplica. |
| Segurança | Suporte a Dynamic ARP Inspection, DHCP Snooping, autenticação 802.1X e ACLs IPv4/IPv6. |
| Gerenciamento | Gerenciamento via Cisco Meraki Dashboard, com provisionamento inicial pelo dashboard, página de status local, captura remota de pacotes, atualizações automáticas de firmware e integração com SNMP/syslog. |
| Outros | Interface de gerenciamento dedicada, capacidade de warm spare e montagem em rack 1U. |
Performance e limites
| Specification |
Value |
| Performance note 1 | Todos os equipamentos da família possuem 2 portas dedicadas de stack com 80 Gbps de largura de banda de empilhamento. |
| Performance note 2 | Todos os equipamentos da família possuem 4 uplinks SFP+ com suporte a 1/10 GbE. |
| Performance note 3 | A capacidade de switching varia entre os equipamentos da família; a fonte informa valores entre 128 Gbps e 176 Gbps, sem um único limite consolidado para toda a família. |
| Performance note 4 | O suporte a PoE+ varia entre as variantes da família; a fonte informa opções sem PoE e opções com até 740 W, sem valor único aplicável a toda a família. |
Licenciamento
- Licença necessária: Não informado
- Modelo de licença: Não informado
- Tipos de licença: Não informado
- Observações: Não informado
FAQ
Como o switch é gerenciado?
É gerenciado pelo Cisco Meraki Dashboard.
O equipamento exige configuração inicial no Dashboard?
Sim. A fonte orienta reivindicar o dispositivo na organização, adicioná-lo à rede e concluir a configuração pelo Dashboard.
É possível configurar IP estático na implantação inicial?
Sim. Se necessário, o IP estático pode ser configurado pela Local Status Page.
O switch suporta empilhamento?
Sim. A série possui recursos de stacking e portas dedicadas de stack.
Há uplinks SFP+ na série?
Sim. A fonte informa uplinks 10G SFP+ em todos os modelos.
O suporte a PoE está disponível em toda a série?
Depende do modelo. Há modelos PoE+ e modelos sem PoE.
O switch oferece recursos de camada 3?
Sim. A fonte informa switching L3, incluindo OSPF.
Há suporte a redundância de energia?
Sim. A fonte informa fontes de alimentação redundantes e substituíveis em campo.
Quais recursos de segurança são informados?
A fonte cita 802.1X, Dynamic ARP Inspection, DHCP Snooping e ACLs IPv4/IPv6.
Quais recursos de rede de camada 2 são informados?
A fonte cita VLAN tagging 802.1Q e Broadcast Storm Control.
O que significa o LED branco piscando?
Indica que o equipamento está em contato com a nuvem do Dashboard e executando atualização de firmware.
O que significa o LED laranja sólido?
Indica que o switch não consegue se conectar à nuvem Meraki.
Respostas modelo (templates de escolha)
Templates operacionais para orientar a escolha usando as informações e a tabela “Modelos” desta página. Não substitui validação no datasheet oficial.
Template: portas, PoE e uplinks
Perguntas mínimas
- Quantas portas de acesso você precisa (ex.: 8/12/24/48)?
- Você precisa de PoE? Se sim, qual o nível esperado (telefones/APs/câmeras) e o orçamento de energia?
- Qual uplink você precisa (1G/10G) e em qual mídia (quando aplicável)?
- Você precisa de um switch único ou pretende empilhar/expandir?
Critérios objetivos (filtro)
- Portas: filtre por “8/12/24/48” e pela família/variante indicada na descrição.
- PoE: filtre por termos como “PoE” / “PoE+” / “UPOE” quando constarem na descrição curta.
- Uplinks: filtre por termos de uplink na descrição curta (ex.: “uplink 1G/10G”, “SFP/SFP+”, “modular/fixo” quando constarem).
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Comece filtrando por portas (ex.: “24” ou “48”) e PoE (se necessário).
- Depois refine por uplink (capacidade e tipo) descrito na coluna “Descrição curta”.
- Finalize validando requisitos de energia/PoE e uplinks no datasheet oficial.
Template: Wi-Fi 6/6E e mGig (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Você terá APs Wi-Fi 6/6E que demandam mais que 1Gbps no downlink?
- Você precisa de PoE para APs? Qual quantidade de APs por switch?
- O backbone/uplink será 1G ou 10G?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos como “mGig”, “multi-gig”, “2.5G/5G/10G” quando constarem na descrição curta.
- Garanta PoE conforme necessidade do AP (filtrando por PoE/PoE+/UPOE quando constarem).
- Confirme uplink/backbone compatível com o tráfego agregado.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Selecione candidatos com downlinks multi-gig (quando descritos).
- Refine por PoE e por uplinks adequados.
- Valide limites e requisitos no datasheet oficial.
Template: expansão, empilhamento e resiliência (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Qual o crescimento esperado (portas hoje vs. em 12–24 meses)?
- Você precisa de empilhamento/stacking? Quantas unidades?
- Há exigência de redundância (fontes/ventilação) e troca em campo?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos de empilhamento/stacking quando constarem na descrição curta.
- Se houver exigência de redundância/FRU, valide no datasheet oficial do modelo.
- Evite fechar recomendação sem confirmar requisitos de energia e uplinks.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Monte um shortlist por portas + uplink + PoE.
- Depois elimine candidatos que não atendem expansão/stacking (quando descrito).
- Finalize conferindo redundância e limites no datasheet oficial.
Guia de escolha
Esta família pode ser considerada quando a operação exigir gestão centralizada via dashboard, padronização entre sites e provisionamento dentro do ecossistema Cisco Meraki. A escolha deve partir da combinação entre densidade de portas, necessidade de uplinks 10GbE SFP+, exigência de PoE+, uso de recursos de camada 3, necessidade de empilhamento e expectativa de redundância elétrica. Se houver licenciamento aplicável no ambiente, ele deve ser tratado como parte do modelo operacional cloud-managed e da disponibilidade dos recursos de gestão.
1) Perfis de uso
- Se o ambiente for filial ou campus de pequeno porte com operação distribuída, a família pode ser adequada quando a prioridade for gestão cloud-managed e visibilidade centralizada.
- Se houver necessidade de alimentar dispositivos na borda, deve-se verificar a exigência de PoE+ e o orçamento de potência requerido por site.
- Se o desenho exigir uplinks de maior capacidade para agregação ou conexão ao núcleo, convém validar a necessidade de portas 10GbE SFP+.
- Se a expansão futura depender de simplificação operacional entre múltiplos switches, pode fazer sentido considerar empilhamento por hardware, desde que a topologia prevista exija esse agrupamento lógico.
- Se a rede exigir funções de camada 3 no acesso ou distribuição local, esta família pode ser considerada quando houver necessidade de roteamento L3, incluindo cenários com OSPF.
- Se o ambiente tiver criticidade maior de disponibilidade, convém avaliar modelos com fonte redundante substituível em campo e suporte a warm spare, quando essa redundância fizer parte do desenho.
2) Checklist técnico (decisão rápida)
- Confirmar a quantidade de portas RJ45 1GbE necessária por switch.
- Confirmar se 4 uplinks 10GbE SFP+ por equipamento atendem ao desenho de uplink e agregação.
- Verificar se há necessidade de PoE+ e qual é o orçamento total de potência exigido.
- Verificar se o projeto requer empilhamento por hardware e se a largura de banda de stacking atende ao cenário.
- Validar se o ambiente precisa de roteamento L3 local e quais funções serão efetivamente usadas.
- Validar a necessidade de redundância de energia com fonte hot-swap/substituível em campo.
- Confirmar aderência ao modelo de operação via Cisco Meraki Dashboard, incluindo provisionamento, monitoramento e upgrades automáticos.
- Verificar necessidade de recursos operacionais e de segurança, como captura remota de pacotes, SNMP, syslog, ACL IPv4/IPv6, 802.1X, DHCP snooping e inspeção ARP dinâmica.
- Confirmar se a implantação dependerá de conectividade inicial com o dashboard e, se necessário, de configuração de IP estático pela página de status local.
- Se houver licenciamento no ambiente, validar prazo, cobertura operacional e impacto na gestão centralizada.
3) Regras condicionais (LLM-friendly)
- Se a prioridade for operação centralizada em nuvem e padronização entre sites, então considerar esta família dentro do ecossistema Cisco Meraki.
- Se o ambiente não aderir ao modelo cloud-managed, então convém reavaliar a escolha.
- Se forem necessárias portas de acesso 1GbE com uplinks 10GbE SFP+, então validar a densidade de portas e a quantidade de uplinks disponível por equipamento.
- Se houver telefones IP, access points ou câmeras dependentes de alimentação pela rede, então selecionar variante com PoE+ somente após confirmar o orçamento de potência necessário.
- Se o projeto exigir roteamento local no switch, então verificar a necessidade de L3 e a aderência das funções requeridas, incluindo OSPF quando aplicável.
- Se a topologia exigir simplificação operacional entre múltiplos switches, então avaliar empilhamento por hardware e a necessidade real de redundância no grupo.
- Se a disponibilidade elétrica for requisito do site, então priorizar configuração com fonte redundante substituível em campo, quando essa característica estiver presente no modelo escolhido.
- Se o ambiente for crítico e precisar de contingência adicional, então avaliar o uso de warm spare conforme o desenho de redundância.
- Se houver exigência de observabilidade e suporte remoto, então confirmar o uso de dashboard, captura remota de pacotes, SNMP e syslog.
- Se houver lacuna sobre potência PoE, escala de empilhamento, licenciamento ou comportamento de recursos específicos no projeto, então a decisão deve depender de validação documental complementar antes da seleção final.
Revisão: 2026-05-09