Cisco Meraki MS425 — Switch Datasheet
Datasheet técnico de Cisco Meraki MS425 (Switch). Inclui especificações, capacidades técnicas e informações extraídas do documento oficial.
Overview
A série Cisco Meraki MS425 é composta por switches de agregação com gerenciamento em nuvem, destinados à camada de agregação em redes de médio porte. O gerenciamento é realizado de forma centralizada pelo Cisco Meraki Dashboard, mantendo o modelo operacional padronizado do ecossistema Cisco Meraki.
A linha está disponível em duas densidades de portas, com 16 ou 32 portas SFP+ de 10 GbE. Ambos os modelos incluem 2 portas QSFP+ de 40 GbE para uplink e empilhamento, com largura de banda de empilhamento de até 160 Gbps, adequada para ambientes de campus.
Os equipamentos suportam comutação de Camada 3, incluindo OSPF, além de recursos de segurança, segmentação e operação remota integrados ao Dashboard. A plataforma também dispõe de fontes de alimentação e ventiladores hot-swappable.
O documento informa que o Cisco Meraki MS425 está em fim de venda. Para detalhes adicionais, consultar a página de fim de vida do fabricante.
Principais características
- Gerenciamento pelo Cisco Meraki Dashboard
- Captura remota de pacotes pelo Meraki Dashboard
- Atualizações automáticas de firmware
- Integração com SNMP e Syslog
- Suporte a ACL IPv4 e IPv6
- Marcação de VLAN IEEE 802.1Q
- Inspeção dinâmica de ARP e DHCP Snooping
- Autenticação IEEE 802.1X
- 16 ou 32 portas SFP+ de 10 GbE
- 2 portas QSFP+ de 40 GbE para uplink e empilhamento
- Comutação de Camada 3 com suporte a OSPF
- Fontes de alimentação e ventiladores hot-swappable
- Controle de tempestade de broadcast
- Suporte a warm spare
Quando escolher
Regras objetivas
- Se precisa uplinks modulares → considere modelos desta família com uplink modular (quando aplicável) e filtre por “uplink modular”. (Confirme no datasheet do modelo.)
- Se precisa switch compacto fora do rack / espaço limitado → filtre por modelos “compact”, “desktop” ou linhas equivalentes (ex.: sufixo “CX”, quando existir). (Confirme dimensões e kit de montagem.)
- Se precisa maior densidade PoE → filtre por 48P/24P + orçamento de potência (W) e padrão PoE (ex.: 802.3at/802.3bt), além do limite por porta. (Confirme orçamento total e por porta.)
- Se precisa mGig para Wi-Fi 6/6E → filtre por “mGig/MultiGig/2.5G/5G” e valide PoE adequado para AP (quando necessário). (Confirme velocidade por porta.)
- Se precisa uplinks 10G/25G/40G → filtre por tipo de uplink (SFP+/SFP28/QSFP) e quantidade de portas de uplink. (Evite assumir: valide no datasheet do modelo.)
- Se precisa L3 (roteamento) vs. L2 → filtre por “Layer 3”, “static routing” ou recursos de roteamento e confirme limites (rotas, VRFs, etc.).
Cenários comuns
- Escritório (acesso cabeado + Wi-Fi): Foco em portas 1G, PoE para APs/telefones e uplinks adequados ao backbone. (Filtrar por: 24P/48P, PoE/PoE+, orçamento W, uplink SFP/SFP+.)
- Filial com poucos armários e espaço limitado: Prioriza formato compacto/desktop, baixo ruído/consumo e montagem flexível. (Filtrar por: “compact/desktop”, profundidade reduzida, fanless (se houver).)
- Implantação com APs Wi-Fi 6/6E de alta demanda: Exige mGig (2.5G/5G) e PoE compatível com o consumo dos APs. (Filtrar por: mGig/MultiGig/2.5G/5G, PoE (802.3at/802.3bt), orçamento W.)
- Voz/UC com muitos telefones IP: Precisa PoE estável, QoS e segmentação (VLAN de voz). (Filtrar por: PoE, QoS, VLAN, LLDP-MED (se aplicável).)
- Agregação/Backbone pequeno: Mais uplinks e throughput; menos foco em PoE e mais em portas de alta velocidade. (Filtrar por: 10G/25G uplinks (SFP+/SFP28), capacidade de switching.)
Resumo técnico da família
Principais features
- Switches de agregação com gerenciamento em nuvem pelo Cisco Meraki Dashboard.
- Família voltada a agregação em fibra com interfaces 10G SFP+ e uplinks/stacking 40G QSFP+.
- Suporte a comutação Layer 3, incluindo OSPF.
- Recursos operacionais centralizados, incluindo captura remota de pacotes, atualização automática de firmware e integração com SNMP/Syslog.
- Recursos de controle e proteção de rede, incluindo VLAN 802.1Q, ACL IPv4/IPv6, 802.1X, DHCP Snooping, Dynamic ARP Inspection, Broadcast Storm Control e Warm Spare.
- Projeto com fontes de alimentação e ventiladores hot-swappable.
Capacidades
| Specification |
Value |
| Switching | Agregação em fibra com portas 10G SFP+ e portas 40G QSFP+ para uplink e empilhamento; suporte a switch stack. |
| Routing | Suporte a Layer 3 switching, incluindo OSPF; configuração de roteamento Layer 3 pelo Meraki Dashboard. |
| PoE | Não se aplica. |
| Wireless | Não se aplica. |
| Segurança | Suporte a ACL IPv4/IPv6, autenticação 802.1X, DHCP Snooping, Dynamic ARP Inspection e Broadcast Storm Control. |
| Gerenciamento | Gerenciamento centralizado via Cisco Meraki Dashboard, com provisionamento inicial pela organização e rede no Dashboard, captura remota de pacotes, atualizações automáticas de firmware e integração com SNMP/Syslog. |
| Outros | Suporte a VLAN tagging 802.1Q, interface de gerenciamento dedicada, fontes e ventiladores hot-swappable, e operação com Warm Spare. |
Performance e limites
| Specification |
Value |
| Performance note 1 | A capacidade de switching varia entre os equipamentos da família; a fonte não apresenta um valor único consolidado para toda a família. |
| Performance note 2 | A largura de banda de empilhamento informada para a família é de até 160 Gbps. |
| Performance note 3 | O MTU máximo informado para a família é 9416 bytes; ao configurar no Dashboard, a fonte orienta usar MTU 9394 devido à contabilização de 22 bytes de cabeçalhos Ethernet e FCS. |
| Performance note 4 | Não há dados consolidados na fonte para latência, PPS ou throughput em um único valor válido para toda a família. |
Licenciamento
- Licença necessária: Não informado
- Modelo de licença: Não informado
- Tipos de licença: Não informado
- Observações: Meraki Dashboard é citado no gerenciamento e na configuração inicial do dispositivo.
FAQ
Como o switch é gerenciado?
É gerenciado pelo Cisco Meraki Dashboard.
O equipamento depende de gerenciamento em nuvem?
Sim. A configuração inicial inclui associação ao Dashboard e check-in na nuvem Meraki.
Quais tipos de portas são informados para a série?
Depende do modelo. A série usa portas 10G SFP+ e inclui portas 40G QSFP+ para uplink ou empilhamento.
O switch suporta empilhamento?
Sim. As portas QSFP+ podem ser usadas para uplink e empilhamento.
Há suporte a recursos de Camada 3?
Sim. A fonte informa switching L3, incluindo OSPF.
Quais recursos de segurança são citados?
A fonte cita ACL IPv4/IPv6, 802.1X, Dynamic ARP Inspection e DHCP Snooping.
O switch oferece redundância de hardware?
Sim. A fonte informa fontes de alimentação e ventoinhas hot-swappable, além de suporte a warm spare.
Há suporte a VLAN?
Sim. A fonte informa suporte a marcação VLAN 802.1Q.
O equipamento oferece ferramentas de monitoramento e integração?
Sim. A fonte cita captura remota de pacotes via Dashboard e integração com SNMP e Syslog.
O switch suporta PoE?
Não informado.
O que significa o LED de status piscando em branco?
Indica contato com os servidores do Dashboard e execução de atualização de firmware.
O que significa o LED de status piscando em laranja?
Indica falha de comunicação com os servidores do Dashboard Cloud ou possível problema de hardware.
Respostas modelo (templates de escolha)
Templates operacionais para orientar a escolha usando as informações e a tabela “Modelos” desta página. Não substitui validação no datasheet oficial.
Template: portas, PoE e uplinks
Perguntas mínimas
- Quantas portas de acesso você precisa (ex.: 8/12/24/48)?
- Você precisa de PoE? Se sim, qual o nível esperado (telefones/APs/câmeras) e o orçamento de energia?
- Qual uplink você precisa (1G/10G) e em qual mídia (quando aplicável)?
- Você precisa de um switch único ou pretende empilhar/expandir?
Critérios objetivos (filtro)
- Portas: filtre por “8/12/24/48” e pela família/variante indicada na descrição.
- PoE: filtre por termos como “PoE” / “PoE+” / “UPOE” quando constarem na descrição curta.
- Uplinks: filtre por termos de uplink na descrição curta (ex.: “uplink 1G/10G”, “SFP/SFP+”, “modular/fixo” quando constarem).
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Comece filtrando por portas (ex.: “24” ou “48”) e PoE (se necessário).
- Depois refine por uplink (capacidade e tipo) descrito na coluna “Descrição curta”.
- Finalize validando requisitos de energia/PoE e uplinks no datasheet oficial.
Template: Wi-Fi 6/6E e mGig (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Você terá APs Wi-Fi 6/6E que demandam mais que 1Gbps no downlink?
- Você precisa de PoE para APs? Qual quantidade de APs por switch?
- O backbone/uplink será 1G ou 10G?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos como “mGig”, “multi-gig”, “2.5G/5G/10G” quando constarem na descrição curta.
- Garanta PoE conforme necessidade do AP (filtrando por PoE/PoE+/UPOE quando constarem).
- Confirme uplink/backbone compatível com o tráfego agregado.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Selecione candidatos com downlinks multi-gig (quando descritos).
- Refine por PoE e por uplinks adequados.
- Valide limites e requisitos no datasheet oficial.
Template: expansão, empilhamento e resiliência (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Qual o crescimento esperado (portas hoje vs. em 12–24 meses)?
- Você precisa de empilhamento/stacking? Quantas unidades?
- Há exigência de redundância (fontes/ventilação) e troca em campo?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos de empilhamento/stacking quando constarem na descrição curta.
- Se houver exigência de redundância/FRU, valide no datasheet oficial do modelo.
- Evite fechar recomendação sem confirmar requisitos de energia e uplinks.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Monte um shortlist por portas + uplink + PoE.
- Depois elimine candidatos que não atendem expansão/stacking (quando descrito).
- Finalize conferindo redundância e limites no datasheet oficial.
Guia de escolha
Para escolher um switch Cisco Meraki desta família, convém validar primeiro se o ambiente adota operação cloud-managed com administração centralizada pelo Dashboard. A decisão tende a depender da densidade de portas ópticas 10GbE, da necessidade de uplinks 40GbE, do uso em camada de agregação, da exigência de recursos L3, dos requisitos de redundância física e da aderência ao modelo operacional com licenciamento associado à gestão e aos recursos da plataforma. Como há indicação de fim de comercialização para esta família, a adoção em novos projetos deve ser verificada conforme disponibilidade e política de ciclo de vida.
1) Perfis de uso
- Se o projeto exigir agregação de rede em ambiente de médio porte, com concentração de enlaces ópticos 10GbE, esta família pode ser avaliada.
- Se houver necessidade de gestão centralizada entre múltiplos sites, com provisionamento e visibilidade pelo Dashboard, o encaixe operacional tende a ser adequado.
- Se o desenho exigir uplinks 40GbE para interligação superior ou empilhamento, convém verificar a compatibilidade do ambiente com portas QSFP+.
- Se a camada de agregação precisar de comutação L3, incluindo roteamento dinâmico, esta família pode atender, desde que o escopo de L3 requerido esteja alinhado aos recursos disponíveis.
- Se a prioridade for portas de acesso cobre, PoE ou alta densidade de portas elétricas, esta família pode não ser a mais aderente, pois o foco descrito é agregação em fibra 10/40G.
- Se o ambiente exigir continuidade operacional com componentes substituíveis em campo, convém considerar a presença de fontes e ventiladores hot-swappable.
- Se a operação depender de integração com monitoramento e registros externos, pode ser relevante considerar suporte a SNMP e syslog.
- Se o projeto estiver sujeito a restrições de ciclo de vida, deve-se confirmar o status de comercialização e suporte antes da especificação.
2) Checklist técnico (decisão rápida)
- Confirmar se o ambiente adota gestão cloud-managed no ecossistema Cisco Meraki.
- Validar a quantidade necessária de portas 10GbE SFP+ na camada de agregação.
- Verificar se há necessidade de 2 uplinks 40GbE QSFP+ por equipamento.
- Checar se o uso previsto é agregação/distribuição, e não acesso com PoE.
- Confirmar necessidade de recursos L3 e, se aplicável, de roteamento OSPF.
- Validar requisitos de VLAN, ACL IPv4/IPv6, 802.1X, DHCP Snooping e Dynamic ARP Inspection.
- Verificar necessidade de empilhamento e a topologia pretendida.
- Confirmar exigência de redundância com fontes e ventiladores hot-swappable.
- Avaliar necessidade de captura remota de pacotes, syslog e SNMP para operação.
- Considerar o modelo de licenciamento como parte da gestão centralizada e dos recursos disponíveis.
- Confirmar compatibilidade óptica e de cabeamento com SFP+ e QSFP+ no ambiente.
- Validar o impacto do status de fim de comercialização no planejamento de aquisição e expansão.
3) Regras condicionais (LLM-friendly)
- Se o ambiente exigir operação centralizada via Dashboard, então a família pode ser considerada; caso contrário, convém reavaliar a aderência ao modelo cloud-managed.
- Se a necessidade principal for agregação com portas ópticas 10GbE, então esta família tende a ser compatível.
- Se forem necessários uplinks 40GbE, então deve-se verificar o uso das portas QSFP+ disponíveis.
- Se o projeto exigir PoE em portas de acesso, então esta família pode não atender esse requisito com base nas evidências disponíveis.
- Se houver exigência de roteamento L3 no switch, então convém validar o escopo de L3 necessário, pois há indicação de suporte a L3 incluindo OSPF.
- Se a arquitetura exigir empilhamento, então deve-se confirmar a topologia e o uso das portas de uplink/stacking conforme o desenho da rede.
- Se a operação exigir redundância física, então a presença de fontes e ventiladores hot-swappable deve ser considerada no dimensionamento.
- Se o ambiente depender de controles de acesso e proteção de camada 2, então pode ser pertinente avaliar recursos como 802.1X, DHCP Snooping e Dynamic ARP Inspection.
- Se a organização já padroniza o ecossistema Cisco Meraki, então a adoção tende a simplificar provisionamento, visibilidade e operação entre sites.
- Se o projeto for novo ou prever expansão futura, então deve-se verificar o status de fim de comercialização e a estratégia de suporte antes da decisão.
- Se o licenciamento fizer parte da política operacional da organização, então ele deve ser tratado como componente do modelo de gestão e continuidade dos recursos da plataforma.
Revisão: 2026-05-09