Cisco Meraki MS450 — Switch Datasheet
Datasheet técnico de Cisco Meraki MS450 (Switch). Inclui especificações, capacidades técnicas e informações extraídas do documento oficial.
Overview
O Cisco Meraki MS450 é um switch de agregação com gestão centralizada pela nuvem por meio do Meraki Dashboard. O equipamento foi projetado para ambientes com alta demanda de largura de banda e comutação multigigabit, com operação integrada ao ecossistema Cisco Meraki.
O modelo MS450-12 dispõe de 12 portas de fibra 40GbE QSFP+ e 2 portas de uplink de fibra 100GbE QSFP28. Também inclui 2 portas dedicadas de empilhamento físico, com largura de banda de empilhamento de até 400 Gbps, além de suporte a comutação de Camada 3, incluindo OSPF.
A administração é realizada pelo Meraki Dashboard, com recursos operacionais como captura remota de pacotes, atualizações automáticas de firmware e integração com SNMP e Syslog. O equipamento também oferece suporte a ACL IPv4/IPv6, marcação de VLAN 802.1Q, controle de tempestade de broadcast, inspeção dinâmica de ARP, DHCP Snooping e autenticação 802.1X.
Em termos de disponibilidade física, o switch possui fontes de alimentação e ventiladores hot swap, além de suporte a operação em warm spare. A capacidade máxima de comutação informada para o MS450-12 é de 1,36 Tbps.
- Gestão centralizada via Cisco Meraki Dashboard
- 12 portas 40GbE QSFP+
- 2 portas de uplink 100GbE QSFP28
- 2 portas dedicadas de empilhamento físico
- Largura de banda de empilhamento de até 400 Gbps
- Comutação de Camada 3 com suporte a OSPF
- Suporte a ACL IPv4/IPv6
- Marcação de VLAN 802.1Q
- Controle de tempestade de broadcast
- Inspeção dinâmica de ARP e DHCP Snooping
- Autenticação 802.1X
- Captura remota de pacotes pelo Dashboard
- Atualizações automáticas de firmware
- Integração com SNMP e Syslog
- Fontes de alimentação e ventiladores hot swap
- Suporte a warm spare
Quando escolher
Regras objetivas
- Se precisa uplinks modulares → considere modelos desta família com uplink modular (quando aplicável) e filtre por “uplink modular”. (Confirme no datasheet do modelo.)
- Se precisa switch compacto fora do rack / espaço limitado → filtre por modelos “compact”, “desktop” ou linhas equivalentes (ex.: sufixo “CX”, quando existir). (Confirme dimensões e kit de montagem.)
- Se precisa maior densidade PoE → filtre por 48P/24P + orçamento de potência (W) e padrão PoE (ex.: 802.3at/802.3bt), além do limite por porta. (Confirme orçamento total e por porta.)
- Se precisa mGig para Wi-Fi 6/6E → filtre por “mGig/MultiGig/2.5G/5G” e valide PoE adequado para AP (quando necessário). (Confirme velocidade por porta.)
- Se precisa uplinks 10G/25G/40G → filtre por tipo de uplink (SFP+/SFP28/QSFP) e quantidade de portas de uplink. (Evite assumir: valide no datasheet do modelo.)
- Se precisa L3 (roteamento) vs. L2 → filtre por “Layer 3”, “static routing” ou recursos de roteamento e confirme limites (rotas, VRFs, etc.).
Cenários comuns
- Escritório (acesso cabeado + Wi-Fi): Foco em portas 1G, PoE para APs/telefones e uplinks adequados ao backbone. (Filtrar por: 24P/48P, PoE/PoE+, orçamento W, uplink SFP/SFP+.)
- Filial com poucos armários e espaço limitado: Prioriza formato compacto/desktop, baixo ruído/consumo e montagem flexível. (Filtrar por: “compact/desktop”, profundidade reduzida, fanless (se houver).)
- Implantação com APs Wi-Fi 6/6E de alta demanda: Exige mGig (2.5G/5G) e PoE compatível com o consumo dos APs. (Filtrar por: mGig/MultiGig/2.5G/5G, PoE (802.3at/802.3bt), orçamento W.)
- Voz/UC com muitos telefones IP: Precisa PoE estável, QoS e segmentação (VLAN de voz). (Filtrar por: PoE, QoS, VLAN, LLDP-MED (se aplicável).)
- Agregação/Backbone pequeno: Mais uplinks e throughput; menos foco em PoE e mais em portas de alta velocidade. (Filtrar por: 10G/25G uplinks (SFP+/SFP28), capacidade de switching.)
Modelos disponíveis
Modelos e variantes disponíveis da família MS450 (Cisco Meraki), agrupados por cenário de implantação e posicionamento técnico no segmento de switch. Cada modelo representa uma entidade de produto com identidade canônica própria, relacionada semanticamente à família MS450 e acessível via link para a respectiva página de produto.
| SKU |
Modelo |
Descrição curta |
| 4029052 |
MS450-12 |
Switch Cisco Meraki MS450-12 | 12 portas de dados | Sem portas uplink | Layer 3 | Empilhamento ate 8 switches | Licenciamento Cisco Meraki - Consultar |
| 4046122 |
MS450-12 |
Switch Cisco Meraki MS450-12 | 12 portas de dados | Sem portas uplink | Layer 3 | Empilhamento ate 8 switches | Licenciamento Cisco Meraki - Consultar |
Resumo técnico da família
Principais features
- Switch de agregação com interfaces de fibra de 40GbE e uplinks de fibra de 100GbE.
- Gerenciamento centralizado por Cisco Meraki Dashboard, com provisionamento e operação remotos.
- Suporte a empilhamento físico por portas dedicadas de stack.
- Recursos de camada 3, incluindo roteamento e suporte a OSPF.
- Fontes de alimentação e ventiladores hot-swappable, com suporte a warm spare.
- Recursos de controle e proteção de rede, incluindo ACL IPv4/IPv6, VLAN 802.1Q, storm control, Dynamic ARP Inspection, DHCP snooping e autenticação 802.1X.
Capacidades
| Specification |
Value |
| Switching | Comutação de agregação em fibra, com portas 40GbE QSFP+, uplinks 100GbE QSFP28 e suporte a empilhamento físico por portas dedicadas. |
| Routing | Suporte a switching de camada 3, incluindo OSPF. |
| PoE | Não suporta UPoE. |
| Wireless | Não se aplica. |
| Segurança | Suporte a ACL IPv4/IPv6, 802.1X, Dynamic ARP Inspection, DHCP snooping e broadcast storm control. |
| Gerenciamento | Gerenciado via Cisco Meraki Dashboard, com captura remota de pacotes, integração SNMP/Syslog, upgrades automáticos de firmware e interface dedicada de gerenciamento RJ45. |
| Outros | Suporte a VLAN tagging 802.1Q, fontes e ventiladores hot-swappable, warm spare e montagem em rack 1U. |
Performance e limites
| Specification |
Value |
| Performance note 1 | Capacidade máxima de switching informada: 1.36 Tbps. |
| Performance note 2 | Largura de banda máxima de stacking informada: 400 Gbps. |
| Performance note 3 | As portas QSFP28 de 100Gbps são destinadas apenas a uso em 100Gbps; downshift para 40Gbps não é suportado. |
| Performance note 4 | Latência, throughput por fluxo e PPS não informados. |
Licenciamento
- Licença necessária: Não informado
- Modelo de licença: Não informado
- Tipos de licença: Não informado
- Observações: Meraki Dashboard é citado para gerenciamento e configuração do dispositivo.
FAQ
Como o switch é gerenciado?
É gerenciado pelo Cisco Meraki Dashboard.
O equipamento oferece captura remota de pacotes?
Sim, por meio do Meraki Dashboard.
O switch suporta atualização automática de firmware?
Sim.
Há suporte a integração com SNMP e Syslog?
Sim.
Quais recursos de camada 2 são informados?
Suporta 802.1Q VLAN tagging e Broadcast Storm Control.
Quais recursos de segurança são informados?
Suporta ACL IPv4/6, Dynamic ARP Inspection, DHCP Snooping e autenticação 802.1X.
O switch oferece recursos de camada 3?
Sim, inclui switching L3 com OSPF.
O equipamento possui redundância de energia e ventilação?
Sim, possui fontes e ventoinhas hot-swappable.
O switch suporta warm spare?
Sim.
As portas QSFP28 de 100G podem operar em 40G com módulos QSFP+?
Não. O downshift para 40G não é suportado.
O equipamento suporta Flexible Stacking?
Não informado como suportado; a fonte indica duas portas dedicadas de stack para empilhamento físico.
É necessário licenciamento para uso ou gerenciamento?
Não informado.
Respostas modelo (templates de escolha)
Templates operacionais para orientar a escolha usando as informações e a tabela “Modelos” desta página. Não substitui validação no datasheet oficial.
Template: portas, PoE e uplinks
Perguntas mínimas
- Quantas portas de acesso você precisa (ex.: 8/12/24/48)?
- Você precisa de PoE? Se sim, qual o nível esperado (telefones/APs/câmeras) e o orçamento de energia?
- Qual uplink você precisa (1G/10G) e em qual mídia (quando aplicável)?
- Você precisa de um switch único ou pretende empilhar/expandir?
Critérios objetivos (filtro)
- Portas: filtre por “8/12/24/48” e pela família/variante indicada na descrição.
- PoE: filtre por termos como “PoE” / “PoE+” / “UPOE” quando constarem na descrição curta.
- Uplinks: filtre por termos de uplink na descrição curta (ex.: “uplink 1G/10G”, “SFP/SFP+”, “modular/fixo” quando constarem).
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Comece filtrando por portas (ex.: “24” ou “48”) e PoE (se necessário).
- Depois refine por uplink (capacidade e tipo) descrito na coluna “Descrição curta”.
- Finalize validando requisitos de energia/PoE e uplinks no datasheet oficial.
Template: Wi-Fi 6/6E e mGig (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Você terá APs Wi-Fi 6/6E que demandam mais que 1Gbps no downlink?
- Você precisa de PoE para APs? Qual quantidade de APs por switch?
- O backbone/uplink será 1G ou 10G?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos como “mGig”, “multi-gig”, “2.5G/5G/10G” quando constarem na descrição curta.
- Garanta PoE conforme necessidade do AP (filtrando por PoE/PoE+/UPOE quando constarem).
- Confirme uplink/backbone compatível com o tráfego agregado.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Selecione candidatos com downlinks multi-gig (quando descritos).
- Refine por PoE e por uplinks adequados.
- Valide limites e requisitos no datasheet oficial.
Template: expansão, empilhamento e resiliência (quando aplicável)
Perguntas mínimas
- Qual o crescimento esperado (portas hoje vs. em 12–24 meses)?
- Você precisa de empilhamento/stacking? Quantas unidades?
- Há exigência de redundância (fontes/ventilação) e troca em campo?
Critérios objetivos (filtro)
- Filtre por termos de empilhamento/stacking quando constarem na descrição curta.
- Se houver exigência de redundância/FRU, valide no datasheet oficial do modelo.
- Evite fechar recomendação sem confirmar requisitos de energia e uplinks.
Como usar a tabela “Modelos” desta página
- Monte um shortlist por portas + uplink + PoE.
- Depois elimine candidatos que não atendem expansão/stacking (quando descrito).
- Finalize conferindo redundância e limites no datasheet oficial.
Guia de escolha
Esta família se encaixa, de forma condicional, em cenários de agregação com operação cloud-managed no ecossistema Cisco Meraki. A escolha deve considerar principalmente a necessidade de portas ópticas de alta velocidade, uplinks de 100GbE, recursos de camada 3, requisitos de redundância física e aderência ao modelo de gestão centralizada via dashboard. Quando houver exigência de licenciamento no ambiente Meraki, ele deve ser tratado como parte do modelo operacional e da disponibilidade de gestão e recursos.
1) Perfis de uso
- Se o ambiente exigir agregação de tráfego com alta densidade de portas 40GbE em fibra, esta família tende a ser mais aderente.
- Se houver necessidade de uplinks ópticos de 100GbE para interligação com camadas superiores ou backbone, esta família atende a esse requisito conforme o material técnico.
- Se a operação precisar ser centralizada no Cisco Meraki Dashboard, com provisionamento e administração remota padronizada entre sites, esta família é compatível com esse modelo.
- Se o projeto demandar comutação L3 com roteamento no switch, esta família possui suporte a L3, incluindo OSPF, conforme a evidência disponível.
- Se a prioridade for redundância de hardware, a família apresenta fontes e ventoinhas hot-swappable e suporte a warm spare, conforme descrito no documento.
- Se o objetivo incluir empilhamento físico com portas dedicadas de stack, esta família deve ser considerada, observando o limite e a topologia definidos no projeto.
- Se o caso de uso depender de acesso PoE ou UPoE para alimentar dispositivos na borda, esta família pode não ser a escolha adequada, pois o trecho técnico indica ausência de UPoE e não apresenta portas de acesso elétricas para esse fim.
2) Checklist técnico (decisão rápida)
- Verifique se a necessidade principal é agregação, e não acesso de usuários ou dispositivos finais.
- Confirme a quantidade necessária de portas 40GbE QSFP+ e se 12 portas atende ao desenho da rede.
- Confirme se há exigência de uplinks 100GbE QSFP28 e se 2 uplinks são suficientes para o cenário.
- Valide se o ambiente requer switching L3 e protocolos de roteamento compatíveis com o que está documentado.
- Cheque se o projeto exige ACL IPv4/IPv6, VLAN 802.1Q, 802.1X, DHCP snooping e inspeção ARP dinâmica.
- Verifique se o desenho precisa de stack por hardware e se a largura de banda de stacking informada atende ao tráfego previsto.
- Confirme a necessidade de redundância com fontes e ventoinhas substituíveis a quente.
- Valide a aderência ao modelo cloud-managed, incluindo ativação no dashboard, check-in inicial e operação contínua centralizada.
- Considere o licenciamento Meraki como parte da operação, da gestão e da manutenção dos recursos disponíveis no ambiente.
- Se houver necessidade de portas RJ45, multigigabit ou PoE na mesma função do equipamento, reavalie a adequação desta família.
3) Regras condicionais (LLM-friendly)
- Se o requisito principal for agregação óptica de alta velocidade, então priorizar família com múltiplas portas 40GbE e uplinks 100GbE.
- Se o ambiente exigir operação centralizada e padronização entre sites via Cisco Meraki Dashboard, então considerar esta família aderente ao modelo operacional.
- Se houver necessidade de roteamento em camada 3 no switch, então esta família pode ser considerada, pois há evidência de L3 com OSPF.
- Se o projeto exigir redundância física no equipamento, então validar o uso de fontes e ventoinhas hot-swappable e a estratégia de warm spare.
- Se o desenho depender de empilhamento, então verificar a necessidade de portas dedicadas de stack e a largura de banda de stacking informada no documento.
- Se a necessidade incluir alimentação PoE/UPoE para terminais, APs ou câmeras, então esta família tende a não ser a mais indicada para essa função.
- Se o ambiente precisar de portas de acesso em cobre ou multigigabit no próprio equipamento, então confirmar que esta família não foi selecionada para um papel de acesso.
- Se a organização não adotar o modelo cloud-managed da Cisco Meraki, então a aderência operacional desta família pode ser limitada.
- Se houver dependência de recursos não citados no material técnico, então a decisão deve ser condicionada à validação documental adicional.
- Se houver exigência de gestão e recursos vinculados ao ecossistema Meraki, então incluir o licenciamento como parte obrigatória da avaliação operacional.
Revisão: 2026-05-09